Dinho Ouro Preto vai à SPFW e espera estar '100%' até março.
Recuperado do acidente que o deixou internado por quase um mês por conta de uma queda no palco, o vocalista da banda Capital Inicial,
Dinho Ouro Preto, foi à Galeria do Rock, neste domingo (17), para assistir ao desfile da grife Cavalera, que abre o calendário oficial da
São Paulo Fashion Week - Inverno 2010.
"Não sinto mais dor. Claro que não posso correr nem fazer atividades de alto impacto, mas já tenho tocado", declarou o músico ao G1. Segundo
ele, a banda já tinha em seus planos tirar férias entre janeiro e fevereiro. "Voltaremos aos ensaios em março. Até lá, espero estar 100%."
Enquanto não retorna às atividades com a banda, Dinho diz que criou outro hábito: o de escrever cartas. "São cartas muito longas e algumas
delas tenho publicado em meu site. Outro dia uma menina me mandou um e-mail e eu dei uma resposta gigante. Era aniversário dela. Ela
respondeu toda emocionada, não acreditando que eu mesmo tinha escrito aquela carta." Dinho também afirmou que tem escrito várias músicas. "Algumas letras eu nem sei no que vai dar."
O vocalista do Capital diz que é fã da marca Cavalera há bastante tempo. "Foi uma marca que começou menor do que qualquer loja dessa
galeria e hoje é referência no streetwear nacional", lembra. "Conheço os envolvidos há muito tempo e eles sempre apoiaram as bandas de
rock que estavam começando a carreira, dando camisetas e peças de roupa."
Além de Dinho na fila A da Cavalera, o desfile terá na passarela o titã Paulo Miklos como modelo e o ex-baterista da banda Sepultura Iggor Cavalera fazendo a trilha sonora ao vivo.
Dolores Orosco
Do G1, em São Paulo. / Foto: Daigo Oliva/G1
Ao longo dos últimos dois meses, acabei escrevendo três textos. Como a maioria de vocês sabem, o motivo, em princípio, era dizer às
pessoas o que estava acontecendo comigo depois do meu acidente. As cartas acabaram provocando um intercâmbio inesperado. Para minha supresa, um monte de gente escreveu comentando os textos. Não sei se vou conseguir manter esse hábito, mas vou fazer ao menos uma tentativa.
Esse ano foi peculiar; tudo começou bem, ou ao menos “normalmente”. Mesmo uma banda acaba tendo um rotina, e a nossa é viajar, compor, gravar e fazer shows. Não me entendam mal, não nos aborrecemos em momento algum; nunca é tedioso, e mesmo que façamos cento e vinte
shows num ano, sempre é divertido e diferente. A turnê do disco Ao vivo estava programada para ir até dezembro, quando completaria um
ano e oito meses, e minha concetração já estava toda voltada para as composições do disco novo.
Quando começamos a escrever, um anos atrás, não tínhamos idéia de quantas canções viriam a ser gravadas. O Alvin e eu trabalhamos juntos
há muitos anos, e ao longo desse tempo aprendemos a nos conhecer bem. Quando o cara pensa numa frase, eu completo antes que ele termine. Acho que compor em parceria é sempre melhor quando os músicos se conhecem bem. Eu digo isso porque muitas vezes você fica meio envergonhado de mostrar algo inacabado pra alguém. Quando se tem um bom amigo trabalhando contigo, você perde um pouco o medo do
ridículo e diz tudo que te vem à cabeça, por mais absurdo ou engraçado que pareça.
Isso só é divertido se no final você consegue ter o bom senso de perceber o que é bacana e o que não é, o que infelizmente, eu reconheço, nem sempre acontece. Também escrevi duas músicas com o Pitt, irmão do Yves, minha primeira parceria com ele, embora já tenhamos gravado várias músicas dele. Ao todo, entre Alvin, Pitt, Yves, e Robledo, acabamos escrevendo umas vinte canções.
Os ensaios começaram em agosto, e a gravação estava marcada para o começo de novembro. Uma semana antes do começo, eu caio do
palco e me quebro todo. No começo não entendi a gravidade do que tinha me acontecido, e achei que em dezembro já estaria tocando de novo. Suspeito que não me diziam tudo pra que eu não entrasse em pânico, o que foi uma decisão acertada porque ficar preso a uma cama num
hospital por um mês é apavorante.
Quando meu suplício começou chegaram a me perguntar se eu queria que o disco fosse adiado, mas eu achei que estávamos muito ensaiados, e parar faria tudo começar do zero quando eu me recuperasse. E pronto, assim tudo continuou como se nada tivesse acontecido, e eu acabei acompanhando a gravação da cama do hospital via skype.
O produtor é um cara chamado David Corcos, produtor de discos do Marcelo D2, Planet Hemp e Seu Jorge. Achamos que era hora de gravar
com um cara novo, de procurar uma outra sonoridade, e a escolha não poderia ter sido melhor. O David merece um longo texto só sobre ele,
então essa fica pra depois. Eu só quero acabar essa parte dizendo que eu acho que ele fez o melhor disco do Capital, mas quem vai dizer se eu
tenho razão são vocês.
Voltando ao meu acidente; mesmo tendo falado muito sobre ele, todo mundo que me encontra quer saber de algum detalhe, e por mais que eu
queira virar a pagina e deixar esse assunto pra trás, ele parece se recusar a ser esquecido. É verdade quando dizem que experiências como essa
são transformadoras, e mesmo que a produção do disco já tivesse sido decidida antes do acidente, a mudança de produtor não poderia estar
mais em sintonia com o que venho sentindo agora.
Quero que 2010 seja diferente para o Capital. Quero mudar muita coisa e quero poder surpreender as pessoas. O Capital já tem uma
personalidade definida e acho que tentar mudar isso seria um erro.
Vocês conseguém imaginar o Capital reaparecendo eletrônico ou metal? Todo mundo ia odiar, pricipalmente os fãs, mas nós também. Mesmo
assim muita coisa pode mudar. E esse é o desafio pra nossa banda no disco novo e na nova turnê: sermos criativos sem perder nossa identidade.
Esse foi um ano duro pra mim. Trabalhei o ano inteiro compondo e dando shows e no final me esborracho todo. Espero que de algum modo isso tudo possa me trazer algo de bom. Até agora, aprendi muito sobre gratidão, generosidade e paciência, mas eu estou curioso pra ver que consequencia isso vai ter para o meu trabalho. Não consigo dizer que esse foi um bom ano; eu passei pelo momento mais difícil da minha vida até hoje.
Confesso estar contente de ver o ano chegando ao fim.
Chega de 2009 e que todos nós possamos ter um ano melhor em 2010.
Atualizada em 10/12/2009
17:53 - Dinho Ouro Preto tem recuperação rápida, revela Zeca Camargo
Vocalista do Capital Inicial concedeu sua primeira entrevista após sair do hospital ao “Fantástico”, da TV Globo
O vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, concedeu sua primeira entrevista após sofrer uma queda do palco durante um show na cidade mineira de Patos de Minas, no dia 31 de outubro. O músico falou com Zeca Camargo,
pro “Fantástico”, que revelou a ótima recuperação do artista.
Dinho estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o dia 1º de novembro e só teve alta no último dia 30. Durante a entrevista ao “Fantástico”, o vocalista do Capital Inicial disse que o apoio dos fãs foi fundamental
para sua recuperação.
O vocalista teve quadro leve de traumatismo craniano e sofreu algumas fraturas nas costelas. Zeca Camargo
conversou com Dinho na casa do cantor. “Transparente sobre o que aconteceu com ele e feliz de estar se
recuperando rápido, tivemos uma conversa bem gostosa e divertida - e em vários momentos esquecíamos que estávamos falando de algo tão sério quanto os sustos que ele passou," disse Zeca ao site do “Fantástico”.
A entrevista completa de Dinho Ouro Preto ao “Fantástico” vai ao ar no próximo domingo (13).
O vocalista da banda Capital Inicial, Fernando Ouro Preto (Dinho Ouro Preto), recebeu alta nesta
segunda-feira (30/11), às 12h40, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde estava internado desde 01 de novembro, com leve traumatismo craniano, fraturas nas costelas, além de quadro infeccioso.
O paciente evoluiu bem e continuará sendo acompanhado em nível ambulatorial pelas equipes que o assistiram, coordenadas pelos doutores David Uip e Nabil Mitre.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira Dr. Riad Younes
Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico
Me desculpem por sumir por tanto tempo, mas eu passei por momentos muito difíceis. Provavelmente
os mais difíceis da minha vida. Até ontem, eu não conseguia ler ou escrever. As cartas anteriores
foram ditadas. Nada poderia ter me preparado para algo assim.
Numa fração de segundo, o acidente, depois semanas de recuperação lenta e dolorosa. Em um
momento você se acha dono do mundo, capaz de fazer o que lhe vier a cabeça. No momento
seguinte, você não sai da cama sozinho. Eu tive que me adaptar a uma nova condição. Eu acredito,
e os médicos também, que voltarei a ser quem eu era. Porém, passar por algo assim, sem alguma transformação é impossível. Meu corpo vai voltar a ser como era, mas acho que vou ficar
com “marcas” emocionais pra sempre.
Não quero parecer com alguém que tenha pena de si, muito pelo contrário, estou cercado
de pessoas muito mais machucadas do que eu. No entanto, durantes minhas semanas de
internação fui tratado com respeito, compaixão e bondade. Essas palavras sempre me comoveram,
mas agora eu sinto muita vontade de poder passar isso adiante. Não acho
que eu fosse arrogante ou indiferente, mas tenho pensado muito no meu comportamento.
Dentro de um hospital, depois de alguns dias, você experimenta momentos que se aproximam
do pânico. Sente-se muito medo e solidão. Há tempo de sobra pra introspecção. Se tudo der certo,
vou pra casa na semana que vem. Estou muito
curioso pra ver se quando voltar pra casa, me
sentirei diferente de quando entrei.
Ao longo da minha hospitalização recebi mensagens, telegramas, telefonemas e flores do Brasil todo.
Da minha família, amigos, colegas, fãs e também de muito desconhecidos. Todos profundamente comoventes. Fico pensando em como agradecer ou retribuir, mas não há como. Mesmo assim,
gostaria que essas pessoas soubessem que seus gestos e palavras foram determinantes
na minha recuperação.
Obrigado.
Um outro bom momento foi a atitude do Capital, a banda na qual eu toco a tantos anos. A solidariedade deles me surpreendeu pela falta de limite. O carinho com o qual me trataram foi algo que nunca esquecerei.
Acho essa postura, de estarem tão presentes, me encheu de confiança neles. Tanta confiança, que fizemos algo inédito na nossa carreira, eles começaram o disco novo sem mim.
Tínhamos ensaiado muito, estava tudo no lugar e meu acidente foi poucos dias antes da data marcada para o início das gravações. Me foi perguntado se eu queria adiar tudo, mas achei melhor deixar nas
mãos da banda. Eu acompanhei de longe, via skype. Estamos trabalhando com um novo produtor,
um cara chamado David Corcos, que merece cada gota da confiança que demos a ele. Acho que os
fãs do Capital vão gostar muito desse disco.
Nós estamos adorando e faz muito tempo que não tomamos tanto cuidado com tudo. Da primeira à
última palavra, dos timbres, a cada nota dos solos. Estamos trabalhando nesse projeto hà mais de
um ano, e mesmo um acidente como o meu não deveria fazê-lo parar. The show must go on. Essa convicção foi outro remédio, mais forte do qualquer coisa que tenham me dado.
Pequena curiosidade para os superticiosos: caí do palco no dia das bruxas e peguei a grave infecção
que prolongou miha internação na sexta-feira treze. Que medo, ahahaha.
O vocalista da banda Capital Inicial, Fernando Ouro Preto (Dinho Ouro Preto),
segue internado no Hospital Sírio-Libanês (HSL), em São Paulo,
na Unidade Crítica Geral (ala de cuidados semi-intensivos).
O paciente apresenta melhoras progressivas, com previsão de alta para a próxima semana.
Fernando Ouro Preto deu entrada no HSL na manhã de 01/11, com quadro de leve
traumatismo craniano e fraturas nas costelas.
A equipe médica que o acompanha é coordenada pelos Drs. David Uip e Nabil Mitre.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira Dr. Riad Younes
Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico
Dinho Ouro Preto recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), hoje (18/11), e foi transferido para a
Unidade Crítica Geral (Semi-Intensiva) do Hospital Sírio-Libanês.
O paciente evoluiu bem e dará continuidade ao tratamento de quadro infeccioso.
A equipe médica que o acompanha é coordenada pelos Drs. David Uip e Nabil Mitre.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira Dr. Riad Younes
Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico
Olá,
Sou a assessora do Presidente da Escola de Samba Tom Maior, pertencente ao grupo de elite do
carnaval de São Paulo. Estou entrando em contato para dizer que a Tom Maior irá prestar uma homenagem
tema enredo os 50 Anos de Brasília. Sendo o Capital Inicial uma banda de grande prestígio e renome,
oriunda de Brasília, não poderíamos deixar de homenageá-la em nosso desfile.
Estarei a sua inteira disposição para esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir.
Obrigada
Um grande abraço.
O vocalista da banda Capital Inicial, Fernando Ouro Preto (Dinho Ouro Preto), segue internado, desde a última sexta-feira (13/11), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo,
para tratamento de quadro infeccioso.
O paciente evolui satisfatoriamente.
Fernando Ouro Preto deu entrada no HSL na manhã de 01/11, com quadro de leve traumatismo craniano e fraturas
nas costelas.
A equipe médica que o acompanha é coordenada pelos Drs. David Uip e Nabil Mitre.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira Dr. Riad Younes
Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico
O vocalista da banda Capital Inicial, Fernando Ouro Preto (Dinho Ouro Preto), foi transferido hoje, 13/11, do apartamento comum para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratamento de quadro infeccioso.
Fernando Ouro Preto deu entrada no HSL na manhã de 01/11, com quadro de leve traumatismo craniano e
fraturas nas costelas.
O paciente está sob os cuidados da equipe médica chefiada pelos Drs. David Uip e Nabil Mitre.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira Dr. Riad Younes
Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico
Obrigado um milhão de vezes
6 de novembro
Olá Amigos,
Ontem saí da UTI, e vim para um quarto “quase” normal. Meu estado continua delicado, mas os
cuidados não precisam ser tão intensos quanto antes.
Lentamente, começo a me lembrar do que aconteceu, e a cada minuto me sinto um pouco melhor.
A recuperação é muito lenta, difícil e extenuante, mas é um alívio poder perceber que estou sendo levado
pelo caminho certo. A minha família, os médicos e os enfermeiros tem tido um comportamento
que me enche de lágrimas – literalmente.
Eu continuo de cama, mas hoje começo a fisioterapia. A partir deste dia, tenho confiança numa
determinada caminhada rumo ao meu restabelecimento.
Ontem, eu e Maria, passamos o dia lendo textos e mensagens enviadas por familiares e amigos.
Algumas são bizarras, algumas são engraçadas, mas todas são emocionantes.
Gostaria de poder ter tempo e espaço para responder cada uma delas; afinal sei que elas são fruto da
ligação que vocês tem comigo.
Sei de sua importância e agradeço muito. Mesmo sem poder citar trechos de mensagens, eu gostaria
de poder mandar um beijo especial para Simone, Madjara e Cris, que escreveram três cartas muito
inspiradas.
Eu queria que vocês soubessem que só o fato de postar esta mensagem foi um assunto bastante
controverso entre a direção do Capital, a sua assessoria de imprensa e eu.
No entanto, acho muito importante vocês saberem de mim a extensão do meu acidente e da minha gratidão.
O maior estímulo à minha volta foram as milhares de mensagens que chegaram do Brasil todo.
Eu estou e sempre estarei profundamente emocionado e agradecido.
Não tenho vergonha de tornar públicas minhas posições e sentimentos. Se aos poucos estou cada
vez melhor, é graças ao entusiasmo dos nossos fãs, companheiros e familiares.
Mesmo que eu viesse a viver 200 anos jamais teria como agradecer o suficiente.
Mas mesmo assim, obrigado um milhão de vezes.
Dinho Ouro Preto.
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Carta aberta escrita pelo Dinho aos fãs
4 de novembro
“Caros amigos, em primeiro lugar, agradeço a consternação e preocupação pelo meu estado de saúde.
Gostaria de dizer que todo dia me sinto um pouco melhor, no entanto, estou na UTI e continuarei aqui até sábado
em observação.
O que aconteceu foi grave, mas tenho plena consciência de que poderia ter sido muito pior. Cai de um palco de 3 metros de altura e só não morri porque fui amparado pelos fãs. Voluntariamente ou não.
Quebrei três costelas, trinquei seis vertebras, levei cinco pontos no queixo, machuquei meus rins, minha cabeça e
meus dentes.
Tenho dificuldade de me concentrar, de abrir os olhos – a luz me incomoda. Portanto, nao posso receber visitas de todos que comparecem ao hospital.
Por fim, quero reiterar o agradecimento à solidariedade e às mensagens que vêm dos quatro cantos do País.
Isso não pára de me lembrar qual o propósito da minha vida: nossos fãs.
Muito obrigado,
Amo vocês e estarei logo melhor
Pensamento positivo!
Dinho”
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COMUNICADO OFICIAL – 02/11/09
1 nov
Passadas as primeiras horas de sua observação, Dinho Ouro Preto, nosso vocalista segue internado no
Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo,
com quadro de leve traumatismo craniano e pequenas fraturas nas costelas. Dinho passa bem, lúcido e se
alimenta normalmente.
A Família e a banda agradecem aos fãs e a todos que enviam mensagens de força e carinho.
Nesse momento, Dinho precisará do apoio de
todos para que consiga descansar com o máximo de tranqüilidade possível para que a recuperação
seja rápida como todos desejam.
Por essa razão, os shows de Uberlândia-MG (Parque do Sabiá festival – 07 de novembro),
Fortaleza-CE (Siará Hall – 13 de novembro), Mossoró-RN
(Estação das Artes festival – 14 de novembro), São Jerônimo-RS (Ginásio Municipal – 20 de novembro)
e Juiz de Fora (Expominas festival – 28 de
novembro) foram cancelados.
Abaixo, boletim médico oficial emitido pelo Hospital.
Obrigado.
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BOLETIM MÉDICO
02/11/09
16h00
O vocalista da banda Capital Inicial, Fernando Ouro Preto (Dinho), foi internado na manhã de ontem (01/11)
na Unidade de terapia Intensiva, do
Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com quadro de leve traumatismo craniano e pequenas fraturas
nas costelas.
Após realização de exames na manhã desta segunda-feira (02/11), os resultados mostraram melhoras no
quadro clínico. Dinho permanecerá internado
para monitoramento e realização de novos exames.
O paciente está sob os cuidados da equipe médica chefiada pelos doutores Nabil Mitre e
Guilherme Schettino.
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